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Versões: "No olhar dela"

Na versão desse mês, uma canção que está eternizada numa das mais belas vozes que eu conheço. Josh Groban tem um alcance vocal muito particular, e consegue dar o tom exato da emoção que quer despertar em quem ouve as músicas. Nessa, em especial, um apelo, ou uma declaração... Decidir qual a emoção fica por conta de cada um que lê e que ouve. Tomara que gostem.
Boa leitura!

Versões: "E como estás?"

Na versão deste mês, uma canção que é um grito contido, e com um desafio que me impus, de escrever na segunda pessoa do singular, algo pouquíssimo usual. É uma música que fala de um clamor, mas para aqueles momentos em que se deseja falar de dores e amores, mas a voz se embarga naturalmente com a emoção. Quando bem executada (foi muito bem cantada pelo Cláudio Baglioni e pelo Renato Russo, ambos em italiano) é capaz de nos trazer à tona aqueles sentimentos que guardamos no subconsciente, e muitas vezes preferimos que por lá fiquem.
Boa leitura!

Versões: "Aurora"

Sim! Este mês temos duas versões disponibilizadas. Não sei dizer ao certo, mas quando se escreve é preciso ouvir o que nos fala nossa alma, e essa música me vinha à cabeça por muitas vezes. E como não consigo esperar quando termino algo - como estas versões - aqui está, em julho mesmo! "L'Aurora" é uma das canções mais incríveis do Eros Ramazzotti, um cantor popular italiano de muito valor. A poesia dessa música é capaz de nos fazer refletir sobre nossos sonhos (muitos que ficam apenas como sonhos), e sobre os amores que sentimos e que acabam somente conosco por toda vida. 
Tomara que gostem.

Boa leitura!

Versões: "(Tudo o que eu faço) Eu faço por você"

Este mês eu queria apresentar algo que remetesse ao lado mais sublime do amor. Essa música, um dos maiores sucessos do Bryan Adams, é mais ou menos isso. Fala de um sentimento que beira ao piegas, mas que nem por isso deixa a canção enfadonha ou ininteligível. É ótima para vários momentos onde o coração costuma falar mais alto na vida das pessoas. Tomara que a versão que fiz consiga transmitir também tudo que a letra original quis dizer. 
Boa leitura! 

Versões: "O amor é uma coisa simples"

Mais uma vez quero mostrar a vocês uma versão que fiz de uma música italiana, idioma das grandes canções de amor, e que aprecio muitíssimo. Dessa vez, trago uma do mais recente trabalho de Tiziano Ferro, cantor e compositor da música popular italiana, que perpassa pelo pop com severas raízes no rock. É uma mistura que resulta em músicas muito interessantes, seja pelas melodias, seja pela poesia contida nas letras. Procurem e ouçam. Esta é, sem dúvidas, uma declaração das mais intensas.

Versões: "Simplesmente"

Hoje vou pedir licença aos leitores para publicar uma versão de um dos compositores que mais gosto: Andrea Bocelli. Este é um cantor italiano que vai do pop ao lírico com a exata mesma qualidade. É um compositor de mãos cheias. Nem as dificuldades de sua deficiência visual o impedem de fazer arte. Bocelli é um exemplo vivo de que, quando se tem vontade, não existem barreiras insuperáveis. Leiam, e depois procurem ouvir essa canção formidável desse italiano sem igual.
Boa leitura!

Versões: "Ah, o meu maior presente"

Eu ja disse aqui uma vez que fazer versão de canções estrangeiras é um exercício bastante difícil. Não é apenas traduzir a música. Os versos precisam encaixar, para que tudo possa ter sonoridade. É preciso entender a história contada e a mensagem que se quer passar, senão corre-se o risco de aproveitar apenas a melodia da música estrangeira, falando de coisas completamente diversas na letra. Esta versão que tentei fazer é de uma canção que, no original é uma verdadeira declaração. Boa de ouvir, relaxando e viajando no embalo de uma melodia forte e uma letra encantadora.
Boa leitura!

Música que encanta: "Ser Poeta"

Escrever, falar e cantar o amor é algo que nem todos conseguem, ainda que muitos, de algum modo diverso, o consigam sentir. Hoje, o Literatura Exposta abre espaço para uma poetiza portuguesa que falou exatamente o reflexo dos que vivem de escrever. Seu reconhecimento nos dias em que vivemos é algo que ela mesma não teve quando viva. Por isso, faço questão de trazer uma de suas poesias, transformada em canção na voz brilhante de Sara Tavares, e que deveria ser o hino dos poetas. 
Boa leitura!

Música que encanta: "Guardanapos de papel"

Olá, pessoal! Chego ao ultimo mês do ano com muito que comemorar. Este espaço ganhou visibilidade, e o que são não mais que elucubrações de um jovem escritor têm conseguido atingir os corações de quem as lê, e isso me encanta, me fascina, e me faz ter cada vez mais gás para escrever esses universos fantásticos que, ao menos nos comentários, são muito bem quistos. Vocês não têm ideia de como eu fico feliz quando leio um comentário de alguém que se sentiu intimamente tocado por meus textos. 
Este mês, ao invés da coluna “Beleza pela internet”, eu gostaria de inaugurar uma nova seção, que deverei intercalar com a promoção de amigos blogueiros de qualidade que sempre apresento no inicio de cada novo mês. Hoje falarei de “Música que encanta”. Para inaugurar, quero mostrar uma canção que tenho como a expressão do meu ser. Originalmente escrita pelo Uruguaio Carlos Sandroni, “Guardanapos de papel” foi adaptada por Lee Masliah de maneira magistral, e deveria ser tombada como hino dos poetas, pela beleza plástica da letra e da melodia, no que eu chamaria de casamento perfeito.
Leiam a letra, e depois procurem ouvi-la. Na minha modesta opinião, a melhor interpretação desta musica se deu na voz de Milton Nascimento, como uma das faixas do CD “Nascimento”. É profundamente tocante. Ouçam-na com a alma, e saberão o que eu digo.

Diz aí: Quem de nós dois?

Eu e você
Não é assim tão complicado
Não é difícil perceber...
Quem de nós dois
Vai dizer que é impossível
O amor acontecer...

Ah! Quando duas almas se encontram, muito além do simples gostar de dois corpos, a vida fica mais bonita, com cor, com alegria. O amor, definitivamente, não é um sentimento que nasce no primeiro olhar. Nem em novelões isso acontece. O que ocorre à primeira vista é algo parecido com a paixão, efusiva, cheia de desejos, movida pela atração implacável entre duas pessoas. Dessa paixão nasce o amor, ou não. Tudo pode simplesmente não passar de uma noite muito boa, mas que acaba ao primeiro raiar do sol. Mas, sim, dali pode o amor nascer e crescer.

Se eu disser
Que já nem sinto nada
Que a estrada sem você
É mais segura
Eu sei você vai rir da minha cara
Eu já conheço o teu sorriso
Leio o teu olhar
Teu sorriso é só disfarce
O que eu já nem preciso...

Com o amor vem o relacionamento. Ele serve basicamente para você ter a certeza de que é capaz de amar essa pessoa aí do seu lado. Qualquer relacionamento sem amor acaba virando um inferno, pois quando a paixão, efêmera, se vai, e ali não brotou o amor, brigas são inevitáveis, pois o amor é o reflexo da maior capacidade humana de suportar os erros do outro. Todos somos cheios de manias. Ocorre que, quando amamos alguém, simplesmente passamos por cima dos seus caprichos. Eles se tornam pequenos perto de tudo o que queremos construir juntos.

Sinto dizer que amo mesmo
Tá ruim prá disfarçar
Entre nós dois
Não cabe mais nenhum segredo
Além do que já combinamos
No vão das coisas que a gente disse
Não cabe mais sermos somente amigos
E quando eu falo que eu já nem quero
A frase fica pelo avesso
Meio na contra mão
E quando finjo que esqueço
Eu não esqueci nada...

Então ficamos cientes que o amor existe, mas, por algum motivo, somos impedidos de viver com a pessoa amada. Talvez por medo, insistimos em não contar que amamos. Só que isso nos sufoca de tal maneira, que chega o momento em que não aguentamos mais, e contamos. Pode ser tarde. No momento em que segredos vão por terra, outro alguém pode ter chegado, e o vazio da negativa desse amor certamente é o pior de tudo. Amigos? Talvez, depois de um tempo. A verdade é que quando se ama, se quer viver o amor. Qualquer outro sentimento é muito pequeno perto do grandioso amor. Quando se ama sozinho, é melhor esquecer... Se você conseguir!

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro...
Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida

E fugimos do amor como tem gente que foge da cruz. O coração fica apertado. O mundo fica acinzentado. Perdemos a esperança. Tudo de legal que se viveu com esse amor fica guardado na memória. Pode virar uma memória afetiva, sim... Mas não é sempre que vemos isso acontecer. De verdade, caro leitor, sinto que enquanto tivermos memória de um amor que passou significa que ainda desejamos um dia revivê-lo. E não adianta, que isso não vai sair de você de uma hora pra outra. Só o tempo pode apagar um grande amor. Às vezes, nem ele consegue. Tem pessoas que se fazem presentes em nossas vidas a cada dia, mesmo que estejam de nós cada vez mais distantes. Bom? Ruim? Sinceramente, não sei.

Eu procurei qualquer desculpa pra não te encarar
Pra não dizer de novo e sempre a mesma coisa
Falar só por falar
Que eu já não tô nem aí pra essa conversa
Que a história de nós dois não me interessa...
Se eu tento esconder meias verdades
Você conhece o meu sorriso
Lê o meu olhar
Meu sorriso é só disfarce
O que eu já nem preciso...

E a vida adora nos pregar peças. Geralmente quando lutamos para apagar um amor que não deu certo, para testar, em alguns momentos o destino, amigo íntimo da vida, insiste em nos colocar de frente para o passado. Tentamos fugir, disfarçar, mas aquela pessoa que um dia tanto amamos está ali, em nossa frente. Se ainda existir um pouquinho de brasa nas cinzas desse sentimento, não adianta correr, pois o fogo voltará a crescer em labaredas cada vez mais altas. Se você ama, de verdade, não vai conseguir ficar impassivo diante dessa personificação do seu amor. E aí, tudo é percebido, pois esse amor te conhece, lá daquele relacionamento que falei no inicio. Tudo em você é reconhecível...

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro...
Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida

Por vezes o passado pode voltar e se fazer presente novamente. Tem gente que até ja tinha perdido as esperanças de reviver um velho amor, e, de uma hora pra outra, se vê plenamente feliz, vivendo ao lado da pessoa que sempre quis, que sempre lhe fez feliz, ainda que ausente. Outras nunca perdem as esperanças. Por mais que esse amor esteja muito distante, e talvez até feliz vivendo uma outra relação, para os esperançosos, um dia o amigo destino, que não é vidente de esquina, se encarregará de trazer pra perto a pessoa amada.
Eu? Ah, eu acho mesmo que faço parte do segundo time. É, sou um esperançoso. Acredito no dia em que o coração me dará a grande felicidade que certo dia senti, em um passado não tão distante.

(“Quem de nós dois” (La mia storia tra le dita), música original de Gianluca Grignani e Massima Luca, e versão em português de Ana Carolina e Dudu Falcão)