Os autores

Sempre que se faz algo neste nosso mundo, o que mais gera curiosidade nas pessoas é conhecer melhor quem participa dessa construção. Isso acontece no mundo real, e também no virtual. O Literatura Exposta nasceu de uma ideia única. Mas ele não seria o que é hoje, com tantos textos inéditos, se continuasse escrito por apenas uma pessoa. Abaixo, mostramos quem são os autores que fazem a história deste espaço através das linhas escritas com sonhos e dramas nascidos em suas mentes:

Leonardo Távora, internacionalista e escritor apaixonado pela literatura.
"A literatura é algo pelo qual sempre fui um apaixonado. É das artes a que mais me liberta, pois posso imaginar a história à minha maneira. E se ao ler é assim, imagine ao escrever, dar vida a personagens e situações, e brincar de Deus, colocando nas páginas de um romance, conto ou crônica os elementos que suscitarão em outras pessoas sentimentos, os mais diversos, talvez da maneira que eu mesmo senti ao escrever, ou mais provavelmente da maneira que eles próprios entenderem melhor ao absorver a sucessão de acontecimentos dispostos nas histórias. Por isso gosto da literatura, pois ela é capaz de me dar as asas que a realidade por vezes me tira."


Andresa Violeta Alvez, cantora e escritora contista, mora no Litoral de Santa Catarina. Apaixonada por flores, falsetes, madrugadas, sardas e olhos.
"Que eu me lembre, comecei a escrever com 15 anos. Fiz minha primeira poesia, que deve estar guardada em algum caderno velho aqui de casa. Porém, com o passar dos anos (e de tanto escrever), me descobri contista. Amo inventar histórias, idealizar sonhos nas minhas linhas mal traçadas, fazer as pessoas viajarem para um mundo que eu crio... Escrever me permite voar para lugares completamente desocnhecidos, e espero levar cada um de vocês debaixo de minhas pequenas asas. Com vinte e poucos anos, sem muita experência mas com o peito aberto e a cabeça cheia, eu espero que essa vida me dê apenas muita inspiração."

Celso Garcia, diretor, roteirista e escritor, tem raízes na simplicidade do interior paulista e reside no agito do Rio de Janeiro.
"Ler sempre li, fanático desde menino. Mas até perceber que eu poderia também escrever... ah, isso levou mais tempo. Foi aos poucos, começando com redações na escola, depois com textos entre amigos... Quando vi, estava escrevendo peças publicitárias e vídeos institucionais e terminando meu projeto de conclusão de faculdade, que foi um roteiro pra seriado de televisão. Mas a ficha só caiu mesmo quando li uma frase, não me lembro de quem, que era mais ou menos assim: 'desde os tempos das cavernas, os homens se sentam ao redor de fogueiras para ouvirem histórias.' - Isso, contar histórias! 'É isso que eu quero fazer.´ E foi assim que, tempos depois, eu vim parar aqui..."


Gustavo Dias, belo-horizontino, pretenso filósofo por formação, pensador por convicção, curioso e hiperativo por natureza.

"Apaixonei-me pela escrita através da leitura. Os grandes homens que figuravam por detrás de linhas e personagens dos mais diversos sempre me despertaram mais interesse que a própria história contada. Apaixonei-me por um personagem quando novo e "Viramundo", de Fernando Sabino, virou minha cabeça. Desde então, decidi tentar tocar as pessoas com palavras fáceis e construções pelas quais me esforço com todo meu entusiasmo. Meus escritos tentam passar uma pequena parte das minhas verdades nem sempre certas. Minha tarefa é substituir o duvidoso por definições sobre as quais mais pessoas concordam. É com este propósito que me sirvo da literatura e ela de mim."


Victor Nunes, Mineiro que mora em São Paulo, Projeto de "Marqueteiro" e Crítico Cinematográfico aos Domingos 
"Aos 8 anos, em novembro de 2005, eu fui ao cinema com o meu irmão assistir Harry Potter e o Cálice de Fogo. Eu me lembro que sai entusiasmado com a ideia maravilhosa de que meus dois personagens favoritos terminariam os filmes como um casal. Meu irmão mais velho, também fã dessa franquia de filmes, já havia lido todos os livros disponíveis na época, e ao comentar meu entusiasmo, recebi um dos maiores choques cinematográficos da minha vida: Ele me revelou que meus personagens acabariam com pessoas diferentes. Pois bem, arregacei as mangas e fiz algo que não gostava ate então: li! Li como se minha vida dependesse disto. Pois eu gostei, e aqui estou, oito anos depois, tentando fazer o mesmo que meus ídolos, escrever. Espero que minhas ideias e paixões cheguem a todos, assim como me vem à mente, em um tédio de domingo. Aqui irei expressar uma das minhas maiores paixões depois de ler... Ver filmes!"