Brilhemos

A mistura dos nossos cheiros de gente, de humanos e artistas.
As nossas tessituras se confundindo
Numa fusão de notas que não se pode reconhecer com exatidão.
Somos alma.
Somos Luz e reluzimos alma.
Somos os alguéns que nos aplaudem.
E aplaudimos sem parar as nossas fontes diversas de Amor ímpar e Arte bruta
Que lapidamos em nós mesmos a cada canção, movimento, palavra.
Aplaudimos sem parar o fato de ter um sentido maior
A nossa existência de tantas incógnitas:
Encher de luz toda geometria do mundo,
E alcançar os corações sedentos de brilho e calor.


Claudio Rizzih.