Mostrando postagens com marcador tempo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tempo. Mostrar todas as postagens

Exegese

Vida apressada
Que não vai parar
Onde vejo nascer o sol
Onde o vento nos sopra
Por oito tempos
Estão todas as palavras
De quem vive apaixonado
E não esquece
Tudo que acontece

Temperança

Não há melhor moderação que na temperança
É o tempero da nossa efêmera vida
Que nos faz senhores do nosso prazer
E não dele eternos escravos
Para livres desfrutarmos a liberdade
E mesmo com os diários desafios
Sejamos repletos dessa virtude
Sem jamais fazer qualquer confusão
Entre pacifismo e debilidade de caráter.

Destino, consequências, tempo e consciência


- Lá estava Pandora, curiosa por saber que coisa poderia conter naquela caixinha:

“... Quando Pandora, por curiosidade, abriu uma caixa que trouxera do Olimpo, como presente de casamento ao marido, dela fugiram todas as calamidades e desgraças que até hoje atormentam os homens. Pandora ainda tentou fechar a caixa, mas era tarde demais: ela estava vazia, com a exceção da "esperança" que permaneceu presa junto à borda da caixa.”

“A vida é uma caixinha de surpresas”. Por trás dessa frase existe uma verdade que todo ser humano adora ignorar, mas que, por curiosidade, fuça até encontrar. Será o destino, que une e separa vidas, e que faz com que os homens consigam ter esperança em suas passagens pelo mundo, acreditando sempre em um amanhã melhor para suas medíocres vidas? Não se trata de filosofar sobre esta ou aquela religião, mesmo porque todas são cheias dos vícios humanos, mas de perceber o quanto esse destino louco faz de nossas vidas uma estranha bagunça, que dá um intrigante sabor para essa nossa existência, que nós adoramos, mesmo dizendo de pés juntos que isso não é agradável. O passar dos dias nos revela cada vez mais que somos apenas um monte de bobos que se divertem nesta festa cotidiana, até que chega o momento de irmos para casa.

Tempo

E quanto tempo é preciso?
Pra que transformemos nossa vida
Pra que ganhemos a alegria
Pra que façamos novas histórias
Sempre ricas de contos
Sempre cheia de sorrisos
Sempre revigorados e vivos

O tempo é motriz da existência
É que constrói gente
E que desenvolve mente
E que ilumina quem sente
Que faz tudo ter sentido
Que nos mostra tudo expandido
Que domina a vida de todo nascido

Trilhar o tempo

Este ano há de acabar
Alguém responde
'Passou rápido demais'
Cantem alegrias
Contem das dificuldades
Que o tempo passa sem perguntar

Bem, amanhã
A vida se renova aqui
Todos sabem
Nem adianta fugir
E os cansados
Vão também seguir
Sim, amanhã
A gente continua aqui

Nesses Rumos, Nessa Estrada

Sigo agora nessa estrada
E as lembranças me dominam
Pensamentos sobre tudo
Olhos abertos para o mundo
Com a mente no futuro
Sei que não posso te ver
Mas em toda vida eu sei
Caminho existe pra se encontrar

De quem é a culpa?

O balanço passa a tarde parado
O escorregador, esquecido, enferruja
A gangorra apodrece na praça vazia
Ninguém mais faz pique nas árvores
Nenhum riso de criança se ouvia

Presente

Quando passam os anos e nem percebemos
 E essa vida faz-se viva a cada novo raiar do sol
Muitas vezes colocamos tudo no invariável passar
E nem nos damos conta da maravilha do viver

O presente tem um sabor singular e inexplicável
Pode nos deixar num caminho de pedras difíceis
E também nos conduzir aos nossos irrecônditos sonhos
Pois é preciso sonhar para conseguirmos realizar

Passa o tempo

Passa o carro
Lento,
Passageiro passa
Lendo,
Passa o tempo
E o vento
Passa a chance,
Lamento
Passa da hora,
Do momento 

O espírito do tempo

Zeitgeist! É o espírito do tempo mexendo com nossas vidas. Tudo no mundo tem a inspiração da natureza. A vida sopra e tudo acontece. E num vai e vem frenético, dia após dia, as coisas evoluem. O trabalho incansável do tempo faz com que tudo cresça e se transforme. E o amor, sobretudo em sua forma eros, é a expressão mais nítida da evolução do ser humano. Sentimento egoísta que nos ensina, ao mesmo tempo, querermos alguém só para nós, e nos doarmos apenas a uma outra pessoa. 

"Cotidiano"

Tudo ao mesmo tempo
Agora!
Acorde, trabalhe, estude
Coma, se informe
Foi-se o Sol, vem a Lua
Fim do dia, dorme

Coisas Da Vida: "Maturidade"

João cansou das angústias,
De correr atrás do tempo,
Vive do presente e isto basta
Helena parou de reclamar da vida
Pois isso nada mudava
Hoje, aceita e se adapta

Mulheres que Amaram: "Dora"

Anda, vamos!
Rápido, agora!
Que não demorem
Para fazê-la feliz
Ou cada um pro seu canto
Cuidando do seu nariz

Um tempo pra tudo

Hoje vi uma árvore antiga com folhas viçosas, novinhas em folha. Lembrei dos dias em que ela era apenas um monte de galhos retorcidos sem o verde alegre, quase fluorescente, que faz a harmonia com as cores das flores que enfeitam o jardim. Por algum tempo, esta árvore parecia morta, seca, feia até. Não transmitia vida à paisagem. Aliás, é importante dizer que não era por causa daquela árvore apenas que a paisagem não estava bonita. Nem o azul do céu se conseguia ver naqueles dias. Os pássaros também tinham parado de cantar. 
Estávamos no inverno, e, naturalmente, para enfrentar este período, esta árvore perde sua folhagem. É uma defesa dela. A natureza sempre sabe como enfrentar as intempéries que advém de si mesma. Cria mecanismos para proteger cada ser que a compõe das mudanças de temperatura. Assim como cada clima tem o seu tempo para durar, cada ser vivente precisa saber suportar os períodos em que as condições não lhe são favoráveis. A sabedoria não consiste em ser capaz de falar e, com isso, transmitir pensamentos para seus semelhantes. Sobreviver é uma lição diária que todos precisam aprender.

Apenas uma carta de amor

Minha querida,

Quando nossos olhares se cruzaram, algo aconteceu. Pode ser que nenhum de nós tenha percebido, mas eu sei que alguma coisa me tocou assim que meus olhos encontraram o encantamento vindo do seu olhar. Mas o que foi? Não sei, não sabemos. O que sabemos é que a única coisa que pode acontecer é o futuro nos reservar uma grata surpresa. O que este futuro nos reserva? Só o tempo dirá. A verdade é que não me cabe ficar aqui fazendo de vidente, tentando adivinhar o que poderá vir. O importante é que tenho a luz do teu olhar para mim...
O tempo é o grande autor das coisas da vida. É ele que faz e desfaz os amores, rancores, mágoas... É só ele que cria amizades eternas, e também é ele que pode separar duas almas que muito se amam. E, do mesmo modo que separa, pode unir novamente! Lógico, ele não está sozinho. A distância o ajuda tanto a unir como a desunir eternamente seres que muito se gostam. Digamos que tempo e distância conseguiram firmar um pacto sombrio para afastas dos humanos a felicidade. Mas eles não têm a força do amor, que passa calmamente o tempo que precisar, para se manifestar no momento certo, no feliz reencontro.
Eternamente? É. Pode ser uma palavra muito dura. Dá um sentimento de que não há como voltar atrás e recuperar aquilo que você pode pensar ter perdido. Mas nem a eternidade é capaz de separar eu de você. Por que não? Por que quando se quer muito bem outra pessoa, como eu te quero, não é necessário estar perto. O tempo todo ali, se fazendo presente. O amor verdadeiro é aquele que não exige nem a presença do outro. É aquele que traz consigo um grande querer bem, um sentimento de querer ver o outro ser feliz, mesmo que não seja ao eu lado.
Desejo apenas que você possa entender que nas linhas desta carta não residem sentimentos de perda ou de desânimo por não estar perto da Capitu dos olhos de ressaca, oblíqua e dissimulada. Aqui, falo de esperança. Digo da vontade que tenho de um dia, novamente, repousar meu olhar em sua tenra figura. Se hoje vários quilômetros separam nossas vidas, também é certo que nem tudo isso é suficiente para tirar de mim todo o amor que tomou de assalto meu coração no dia em que a vi pela primeira vez.
Desculpe-me se estou lhe fazendo ter que ler tudo isto, quando o certo é que eu lhe dissesse estas coisas de viva voz, mas, sinto que minhas palavras podem tocar seu coração muito mais assim, deste modo, escritas, que faladas, pois palavras ditas apenas verbalmente o vento pode levar consigo, mas o que está escrito fica para sempre, como um registro. Ninguém pode apagar o que está no papel, assim como ninguém tem o poder de apagar todo sentimento que trago comigo dentro do meu peito.
Então, ficamos no até breve, mesmo que este “breve” demore algum tempo ainda. Saiba que sempre que você precisar, em mim terá alguém sempre pronto, tanto para dividir contigo os sorrisos, como quando for preciso lhe amparar. Quero que saiba que você é, há algum tempo já, e espero eu que por toda vida a melhor coisa que posso ter. Espero que você tenha gostado do que escrevi aqui. Saiba que o que separa corações não é à distância, mas a indiferença, que sei bem que não tens por mim.

Daquele que não cansa de te amar!

Paciência, para nós e o nosso mundo!

Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...

A vida é mesmo uma dádiva. É um eterno aprendizado. Sempre que achamos que aprendemos a viver, algo novo surge para nos impressionar e nos desafiar. É interessante ver que, mesmo enquanto o tempo insiste em não esperar ninguém, cada pessoa tem um ritmo, o seu tempo. Existem pessoas, para as quais o mundo pode estar acabando, que continuam a seguir no seu compasso, sem se importar muito com o que delas se vai falar. São as pessoas que, talvez, mais se aproximem do sonho eldorado da felicidade.

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Cada dia que passa as coisas caminham de um jeito muito célere, falando nas generalidades. Ainda assim podemos perceber o quanto isso influencia nas vidas das pessoas. Umas vivem atoladas de coisas para fazer, preenchendo seu tempo de tal modo que ficam impedidas de sentarem-se à mesa com amigos. Essas dizem sempre “não tenho tempo pra nada”. Outras pessoas, metódicas na divisão do tempo que possuem, sempre têm tempo pra fazer o que desejam em seu lazer, sem esquecerem-se de suas responsabilidades e dos seus compromissos assumidos. Estas são pessoas que geralmente ensinam os outros a viver.

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

Paciência! Ainda que estejamos todos nos atropelando diariamente, na ânsia de viver no hoje todas as alegrias e os prazeres que temos toda a vida para desfrutar, o mundo sempre ensina que não se consegue a solidez sem ser paciente. Sim, pois nenhuma das alegrias da vida se constrói da noite para o dia. É preciso ter a calma e a tranquilidade para planejar suas ações, claro, sem que isso se transforme em passividade, pois ser proativo é uma das maiores qualidades dos vencedores. Eles têm tudo na medida certa. Acho que é por isso que vencem.

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

O tempo passa... E não costuma perguntar para nós se estamos prontos para essa passagem. E em nome da felicidade se cometem os maiores atropelos do mundo. Erros mesmo. Grotescos. Fazemos atrocidades, no atolando na lama das regras cegas de nossa sociedade, criando muros ao invés de pontes, cada vez mais rapido, de acordo com o ritmo veloz das transformações do mundo. Nos entrincheiramos em nossos preconceitos e ficamos ilhados, cercados pelos nossos medos, criados muitas vezes por nós mesmos. Só que o mundo também ensina a sermos mais calmos, mais pacientes, mais tolerantes...

Será que é tempo que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Ninguém quer saber do seu futuro. Assim como procura nem se lembrar do que já passou. Tudo o que vale é o hoje, o agora, o prazer imediato. Amanhã? Ah, amanhã procurou um novo prazer de momento para me divertir. Felicidade duradoura não é o objetivo de nossa sociedade. Nos afundamos em alegrias momentaneas, e ficamos cada vez mais viciados nisso, que deixamos de perceber que existem sentimentos, como uma boa e verdadeira amizade, que nos dão mais alegria e por periodos mais longos de nossas vidas. Assim, se um dia as coisas não saem como pensávamos, ficamos submersos em um mixto de tédio e tristesa, com o coração apertado, sem vontade de viver. Perdemos tempo achando que o estamos ganhando, com a rapidez com que vivemos nossas alegrias fullgazes.

A vida não pára...

A vida é uma dádiva. Ela não cessa, e pode ser muito boa e agradável, e também um pesadelo de momentos que queremos que passem logo. Sim, nossa vida é feita de momentos, de fases... Cabe a cada um de nós escolher se queremos momentos bons que sejam sucedidos por outros momentos bons, e duradouros, ou se vivemos uma sequencia louca de uma vida onde, ao chegarmos no fim da linha, olhamos para trás e vemos que foi tudo em vão. A vida é rara... A vida não pára... A vida e o tempo... O tempo que passa... Tempo que não volta... Vida que segue seu rumo. Olhe para si. Faça sua vida andar como você deseja, e conquiste a sua felicidade, do seu modo, no seu tempo. Então você vai viver, sem jamais se arrepender.

(A letra acima citada é da música “Paciência”, e pertence a Dudu Falcão e Lenine)

Lembranças de um tempo. Um mergulho na saudade

Já é manhã. Lá fora chove muito. Eu estou aqui, só e com minhas lembranças. Boas lembranças... De um tempo tão belo... Um tempo que não mais voltará, posto que é o passado, e nosso passado só consegue voltar em nossa memória, quase como um grito para que ele não se vá, por mais que os anos não cessem de passar, deixando-o cada vez mais no fundo do baú da nossa vida. Coloquei a nossa música. Lembra? Aquela que embalou os melhores momentos que vivemos, e também os mais difíceis, quando tudo parecia perdido para o nosso amor. Sim, a música era o que nos transportava para o nosso mundo particular. Nos levava direto para o céu, de brancas nuvens, de Santo Amaro, recheado de estrelas...
Eu até gosto das minhas lembranças, pois me remetem a um tempo em que fui muito feliz. Um tempo em que se acreditava em amores eternos, em paixões avassaladoras, em momentos que não seriam jamais passageiros. Tempo em que fazíamos juras de amor, que dizíamos que nosso mundo era apenas e somente nós dois. Ninguém mais. Era o tempo em que lutávamos para que esse nosso amor fosse o que aprendemos com a vida que o amor não é: Duradouro. Mas acreditar era preciso. Uma vida toda pela frente era muito chata se esse amor não nos acompanhasse. Sonhos da juventude. Imagens românticas. Um tempo que não vai voltar.
Tudo na vida passa. É o normal da vida. Com o tempo aprendemos que nada é pra sempre. Mesmo o que jurávamos ser eterno é capaz de se dissipar, como a fumaça se dissipa no ar. O amor é como uma chama. Uma vez apagada, dificilmente voltará a brilhar com toda aquela intensidade. Por isso fascina tanto. É um sentimento que provoca um estado de ânimos tão incrível em nós, que nos sentimos capazes de atravessar as mais difíceis barreiras em nome dele. Distância, tempo... Nada é impossível para aquele que tem dentro do coração o amor. Ah, os apaixonados. Tão fortes, mas tão bobos... Frágeis é o que são. Pois um simples “não” é capaz de fazer desmoronar toda fortaleza que até dois segundos atrás existia.
“Eu te amo e vou gritar pra todo mundo ouvir”, já dizia a música. É bem isso mesmo que acontece com os apaixonados. Entregam-se de corpo e alma. Vão fundo, num mergulho de cabeça e alma. São irresponsáveis. Não medem conseqüências dos próprios atos. São capazes de encher um helicóptero com pétalas de rosas e jogá-las lá do alto para que todos vejam. Bobagem? Sim, para quem não está amando, isso é ilógico, inconseqüente mesmo. Mas é impossível ser racional quando se está tomado pelo amor.
Se você já amou, mas de verdade, do fundo da sua alma, saberá bem o que é isso. É incrível. É como saltar sem pára-quedas, rumo ao infinito, a além dele também. Acho que, por isso mesmo, este é um sentimento perigoso, pois cega as pessoas, e as fazem praticar besteiras que racionalmente não se faria. Nada mais que o amor, que tanto encanta, quanto provoca tragédias. Apenas o amor. Viver sem ele. É possível sim. Depende muito de como você mesmo enxerga sua vida. Mesmo porque, quem diz não amar, não conseguir amar, já ama... Ama a si mesmo, e tanto, tanto, que não consegue se dividir com mais ninguém. Não consegue imaginar que fora de si pode existir aquela parte que talvez falte em si mesmo, e que por isso mesmo, irá completar esse ser que já é tão amado, ou autoamado.
Eu, que tanto já amei, hoje prefiro a solidão. Sei que meu grande amor está por aí, no mundo buscando sua própria felicidade. Eu também procuro a minha. A encontro no meu ser só, que ainda sozinho é feliz. Não que isso seja o calculo matemático que resolverá todos os problemas do mundo, mas resolve o meu. Ao menos aqui, com minhas lembranças de um tempo bom, o meu coração não sofre. Minha memória não vai me dizer “não”, nem querer que eu entenda o que não dá pra entender. Ela apenas roda o filme que eu já vi... Que eu já vivi... Por isso é lembrança. E ela está no seu perfume suave de morango, na maciez do seu cabelo, quando eu o acariciava, na música que nos levava ao nosso mundinho perfeito. Outro dia eu fui lá. Imaginei tê-la visto por lá... Mas eu acho que foi só imaginação mesmo...
Claro que fazer a vida acontecer é uma coisa que devemos buscar todos os dias. O mundo não teria evoluído tanto se não fosse isso. Mas eu não estou falando aqui de profissões ou de ideais, mas do coração. Do meu coração, que já não sofre como outrora, pois se satisfaz com a beleza das amizades, sem o perigo de novamente se arrebentar por causa de um amor irracional. Isso é pra sempre? Não sei. Talvez amanhã mesmo eu mude de ideia, ou não... A verdade é que, ainda que façamos nossas vidas nos levarem ao longe, ganhando prêmios e reconhecimentos, nunca devemos nos esquecer que tudo isso passa, e o que fica é a lembrança... De um tempo bom... Tempo, que deixa rastros e não volta para pegá-los.