Pegando o gancho deixado pelo Leonardo Távora alguns posts pra trás, retomo à ideia do sonho, aquele que nos executamos e aqueles que apenas imaginamos. O sonho assim como tudo na vida necessita de incentivo, seja emocional, financeiro ou o mais importante a coragem. A coragem que digo é enfrentar, ficar nu perante a crítica e lutar para que possamos retirar do campo imagético e colocar no fático, real, viver aquilo que somos, afinal somos feitos de sonhos.
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Versões de Realidade
Sonhar. Imaginar como seria. Imaginar como pode ser. Imaginar como vai ser se...
Acordar, trabalhar, estudar, descansar e dormir. Um dia comum. Um dia comum para você. Para ela, um dia cheio de aventuras e novidades, histórias sem começo, mas com finais cada vez mais felizes.
Ela sonha acordada. Sonha com uma vida melhor, com um amor ao seu lado e uma felicidade que não cabe no peito.
Pensar, Viajar... Imaginar!
Se eu imaginar o mundo
Você o segura em suas mãos
E nos flashes criativos da minha mente
Você sabe da "viagem" o certo tom
Vaguemos pelo mundo por anos
Hora de deixarmos os mundos do quarto
É tempo de luas crescentes
Que ela nos guie pelas estradas
Por onde a imaginação andar
Você o segura em suas mãos
E nos flashes criativos da minha mente
Você sabe da "viagem" o certo tom
Vaguemos pelo mundo por anos
Hora de deixarmos os mundos do quarto
É tempo de luas crescentes
Que ela nos guie pelas estradas
Por onde a imaginação andar
Viver, Sonhar, Acreditar
Não preciso de muita coisa
Só mesmo as coisas que
Me iluminam, dia e noite, dentro e fora
Só precisamos acreditar
Só crer que dará certo
Pra acontecer é preciso acreditar
Só mesmo as coisas que
Me iluminam, dia e noite, dentro e fora
Só precisamos acreditar
Só crer que dará certo
Pra acontecer é preciso acreditar
Artesão de sentimentos
Ele não era nada grande, nada forte.
Tinha, é verdade, grande força nas mãos.
Afinal, é com elas que ele construía suas obras.
Tinha também, na mente, uma grande imaginação.
Era artista, mas não da literatura, da música ou do teatro.
Sua arte era plástica, daquelas que inebriam os nossos olhos.
Eram imagens, sólidas, palpáveis, belas, encantadoras...
Daquelas que falam mesmo mais que mil palavras.
Tinha, é verdade, grande força nas mãos.
Afinal, é com elas que ele construía suas obras.
Tinha também, na mente, uma grande imaginação.
Era artista, mas não da literatura, da música ou do teatro.
Sua arte era plástica, daquelas que inebriam os nossos olhos.
Eram imagens, sólidas, palpáveis, belas, encantadoras...
Daquelas que falam mesmo mais que mil palavras.
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