Uma canção onde você comece e eu termine.
Um texto pra você dar o nome e eu o tema.
Um cigarro pra você fumar e eu ficar olhando.
Um acorde novo pra você descobrir e eu cantar.
Mostrando postagens com marcador Amores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amores. Mostrar todas as postagens
Inventando: "O reencontro daqueles dois"
A cena a seguir é mais uma tirada dos primeiros esboços meus escritos no sentido de contar uma história, ainda em 2003. Foi quando me sentei pela primeira vez diante do computador efetivamente para escrever uma história, com sequencia de cenas, que mostrassem uma trajetória, sentimentos e sensações. Tenho um carinho imenso por Paulo e seus três amores (Catarina, Nadja e Sarah), cada uma com um sentido e um questionamento diferente. Eu já publiquei aqui no blog algumas cenas com esses personagens aqui e aqui. Quem sabe um dia eu resolvo concluir essa história. Talvez dê mesmo um livro, ou algo para o audiovisual.
Boa leitura!
A lembrança
- Me dá sua mão?
- Pra quê?
- Confia!
Foi assim que ele a pegou e a levou daquela praça em que estavam. Ela, sem saber para onde iam, confiou nas certezas que ele tinha no coração. Sabe quando as pessoas nos dão conforto para as seguirmos? Pois bem, era o caso de Diogo e Melissa. Um casal que se formou numa dessas inconceptas curvas que a vida possui, quando não queremos ou achamos que o amor não é para nós e ele surge do nada, numa pessoa que talvez nem imaginássemos que poderíamos um dia amar.
Áudio
E mais uma vez, Saint me prova que, “o essencial é invisível aos olhos”...
Eu poderia passar a eternidade a te tocar, ouvir teu riso. Não me importo com tua aparência, acho que já disse isso algumas vezes e necessito reforçar.
“Tu me fazes bem.” E frases minhas, iguaiszinhas a essa se tornam cada vez mais clichês. Não me importo... Mas quero que saiba que cada letra delas é sincera.
Simples Assim
"A pessoa que te faz respirar pode ser a mesma que tira o seu ar..."
Era de tarde. Sempre é e sempre será de tarde, como quase todas as vezes em que nos vemos.
Talvez fosse culpa do sol, das suas sardas, do seu sorriso, mas eu estava presa.
Era como se garras imaginárias me mantivessem ali, e, no entanto eu estava apenas segurando uma de suas mãos.
Sentir com a alma... E ouvir o coração
As noites frias do inverno são ótimas para deixar que minha imaginação me leve. Invariavelmente, nestes tempos frios, ela sempre me leva um pouquinho mais pra perto daquela que move meus pensamentos. Faz-me menos triste pensar que posso quebrar a mais temível barreira que as circunstâncias da vida faz surgir diante de nós. Na minha cabeça eu sou como um rei guerreiro, que não teme a luta, e consegue alcançar o topo da mais alta torre para salvar a indefesa mocinha.
Ainda que seja apenas um devaneio desta mente sonhadora que tenho, sei que, naquele momento, ganho todas as forças que preciso para acordar no outro dia e seguir procurando uma trilha que me levará para mais perto do meu melhor pedaço, que, por uma anedota dos céus, acabou nascendo e crescendo longe, quase que para que não pudéssemos nos encontrar. É quase um “vamos ver se são capazes mesmo de encontrar o caminho que unirá seus corações”.
Marcadores:
Amores,
Caminho,
Distância,
Leonardo Távora,
Saudade
Balsa
O meu coração está inflamado:
Há uma birgorna no espaço do peito
E um anzol na pálpebra.
O resto é aterro e outono.
Eu fico pensando em como você está.
E um anzol na pálpebra.
O resto é aterro e outono.
Eu fico pensando em como você está.
Aqui
- Eu percebi que tem muitos casais aqui. É diferente. Não sei se eu dou muito certo me relacionando Amorosamente com artistas. E olha que já tentei muito. Prefiro alguém de outra área.
- Pois é. Mas vivemos juntos o tempo todo. Somos só nós. Muitos Amores nascem aqui.
- Eu não sei se seria bom pra mim. Sempre fui nômade. Para aonde a arte me chamou eu fugi.
- Pois é. A arte chama a todo instante, normal, como sempre.
- Pois é. Mas vivemos juntos o tempo todo. Somos só nós. Muitos Amores nascem aqui.
- Eu não sei se seria bom pra mim. Sempre fui nômade. Para aonde a arte me chamou eu fugi.
- Pois é. A arte chama a todo instante, normal, como sempre.
Assinar:
Postagens (Atom)