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Insensato Soldadinho

Brasil. Ano de 2014.
Mais um final apoteótico. Mais um sucesso de público. Mais uma interpretação espetacular em sua carreira. A crítica se rende mais uma vez ao seu talento. O que mais pode querer José Henrique Martins? Ator de raro talento, ali está recebendo mais uma gama de aplausos naquele momento. O público está aos seus pés. Ele conseguiu mais uma vez. Naquele palco, ele sempre reinou absoluto. 
Flores atiradas. Aplausos fervorosos ouvidos em todas as dependências do formidável teatro. Sem dúvidas esse é o seu melhor momento. Dalí, seu nome seria comentado – mais uma vez – em todas as rodas culturais do Brasil e do mundo, visto o bom número de turistas estrangeiros que afluíram para assistir seu desempenho especialmente nesta noite.

Resultado do concurso

O 1º Concurso de Poesias da Gazeta dos Blogueiros teve seu resultado no ultimo dia 23 de fevereiro. Eu participei com a poesia "Palavra Encantada", que foi publicada aqui em Dezembro, e não fiquei classificado entre os primeiros. Bom, concurso é assim mesmo. Tem momentos em que ganhamos, e momentos em que perdemos. É natural. Da vida! Mas esse concurso me deixou feliz, pois a poesia vitoriosa foi a da Mayara Almeida, do blog Camarim. E foi justamente a poesia "Ator", que eu coloquei aqui no blog, na seção que abre todos os meses. neste caso, foi a que abriu o ano. É de uma delicadeza e de um sentimento que invadem a alma das pessoas que a lêem. Vale a pena reler essa poesia. É só procurá-la no mês de Janeiro, aqui mesmo, neste blog.

à Mayara os meus sinceros parabéns!!!

As belezas pela internet: "Ator"

Realmente é muito difícil escolher os textos que entram nessa seção. E isso se dá muito porque as coisas que leio têm sido sempre muito boas. Esse mês de Dezembro li esse texto de extrema delicadeza e sentimento, escrito pela Mayara Almeida, que tem um blog muito bonito, singelo e tocante. Nos conhecemos nessa troca incrível de leituras, através do blog do Thiago de los Reyes, e encontrei na página dela um verdadeiro baú de tesouros literários, donde se guardam os mais finos tesouros que alguém pode juntar. Enfim, fiquem com esta leitura maravilhosa. Tomara que gostem.

Ator
(Por Mayara Almeida)

Eu podia ter um milhão de filhos
eu podia ser artista,
palhaço ou equilibrista.
Eu podia viver de lembranças
e voltar a ser criança.

Eu podia ser natureza,
beber a água do mar
me salgar e morrer,
feliz.

Eu podia não ser quem sou
fingir e me destruir.
Eu podia desistir de ser
o que de fato sou
e morrer na infelicidade.

Eu podia ser uma pedra
e de tão pedra,
não sair do lugar.
Eu podia não ser de carne nem osso
e me manter calada e seca.

Eu podia murchar,
eu podia secar,
eu podia aguar, azedar

e salgar a doçura de um coração
mas eu preferi chorar os males,
sorrir os dias,
tocar a pele,
ser.