Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita"
Este mês que abre as cortinas é o grande mineiro Carlos Drummond de Andrade. Escritor de genialidade ímpar, Drummond é um dos mais conceituados intelectuais do século XX. É sempre um prazer ler os escritos desse homem de Itabira, que, embora já nos tenha deixado há muitos anos, permanece presente e contemporâneo nos nossos dias, com sua imortal poesia, que instiga nossa compreensão.
Boa leitura!